domingo, fevereiro 25, 2007

The Abstract Queen

There is a new post..there is a new host in me: quando me despeço e vos digo que espero ver-vos muito em breve, não me refiro nem a este tempo, nem a este espaço...too limited:) não aguentaria viver nesta bola de sabão.
Venho a pensar no filme que vi esta tarde...The Last King of Scotland: trata do ódio e trata de sexo, subtilmente...pensei e pensei. E penso: o sexo abre, fecha portas...o sexo é a concretização do poder. Disse-vos que falaria um dia de sexo. Pensaram que talvez abordaria o tema noutra perspectiva. Certamente. O sexo é a materialização do poder, do domínio. No contexto que trato neste momento, esqueçam a palavra Amor. Esqueçam-na por uns instantes, se é que, alguns de nós, já não a perderam pelo caminho. O sexo cria ligações. O sexo é viciante e permite iludir. É perfeito ilusionista. Traz luz, reforça o ego, anestesiante. Sex is Sex. Nothing more to tell. It's not talkable...easily practicable not as Love is. O sexo faz-te esquecer tudo, tudo o que és, o que foste, o que serás. É dos mais perigosos barbitúricos, por que é saudável, mas pode levar-te ao fim...ao fim da matéria, ao fim da tua espiritualidade, da tua superioridade, transmutar-te num ser espiritualmente e materialmente inferior, animalesco desprovido de poesia. Poesia. Seres poéticos: bem raros. Ah! Aqui nasce o Amor. A Poesia de seres errantes num mundo mal tratante. Me...sou um verso poético: a "Rainha do Abstracto" nas palavras de J. There is a King of Scotland and there is "The Abstract Queen"

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